Aventura Currículo+

Atentar para o prazo de 10 semanas do professor contratado para ministrar as aulas do projeto Aventura Currículo+.

     Para tanto, se o professor já cumpriu as 10 semanas, mas não concluiu todas as missões com os alunos, recomendamos que após consulta aos pais, a Direção poderá dar continuidade ao projeto com o auxílio do professor do Projeto Apoio Aprendizagem - PAA, do mesmo turno do projeto, para que os alunos encerrem as missões até 02/07/2015.

NÚCLEO PEDAGÓGICO
Assunto : Pesquisa Projeto Aventuras Currículo+ 
Solicitamos às escolas que aderiram ao  "Projeto Aventuras Currículo+"  responder a pesquisa que está disponível na plataforma Moodle. Informamos que a mesma deverá ser preenchida por todos os participantes do projeto (equipe gestora, professores e alunos). 

O prazo para o preenchimento será até o dia 02 de julho, podendo um mesmo usuário preencher até 3 enquetes, cada uma delas com perfil diferente.Maiores informações acesse boletim 18 Currículo+.

Para aqueles que não puderam assistir a videoconferência ou até mesmo revê-la, segue o link:  http://media.rededosaber.sp.gov.br/see/AVENTURAS_CURRICULO_MAIS_3_REUNIAO_DE_TRABALHO_25_06_15.wmv

OT- Matemática - 6 Ano

Disponibilizamos, em anexo, os materiais utilizados na OT realizadas em 22 de junho de 2015, na Diretoria de Ensino, para os Professores de Matemática que lecionam para os 6° Anos.

Agradecemos a participação e  o compromisso de  todos durante o período de formação.

PLATAFORMA GEEKIE LAB

Senhores Diretores,

 Comunico a todas as escolas que possuem a 3ª série de Ensino Médio, o qual reitera os pontos de atenção para acessar a plataforma Geekie LAB e informa a alteração do prazo da primeira Avaliação Preditiva no Geekie LAB (Simulado ENEM). 

1. Como acessar a plataforma Geekie LAB e participar do projeto Geekie+: 
Para participar do Geekie+, todos os alunos e professores da 3ª série de Ensino Médio devem acessar a plataforma Geekie LAB exclusivamente pelo site da Secretaria Escolar Digital (SED) https://sed.educacao.sp.gov.br . 

Somente por meio da SED, alunos e professores da 3ª série de Ensino Médio poderão usufruir dos benefícios propostos pelo projeto GEEKIE+. 
Não utilizar outras formas de acesso como Google, Geekie Games ou aplicativo. 
Após login na SED, clicar na opção Geekie LAB no menu localizado na lateral esquerda da página inicial da SED, e informe os dados solicitados para a criação de um usuário Geekie. 

Na sequência, você será direcionado automaticamente para a plataforma Geekie LAB. 
Informo ainda que, na última semana, foi identificada uma instabilidade nos servidores da Secretaria, que tem afetado o acesso ao site da SED e demais sistemas, como o Geekie LAB. Pedimos a sua compreensão enquanto a equipe da CIMA está trabalhando para solucionar rapidamente o problema. 

A princípio, a solução deve ser implementada ao longo desta semana. 
No caso de dúvidas para acessar a SED, favor entrar em contato com a Central de Atendimento da SEE-SP por meio do e-mail infoeducacao@educacao.sp.gov.br ou do telefone 0800-770-0012. 
No caso de dúvidas, sugestões ou críticas sobre o Geekie LAB, favor acessar a Central de Suporte Geekie. https://seesp.zendesk.com/hc/pt-br 

2. Data da primeira Avaliação Preditiva no Geekie LAB (Simulado ENEM) 
Todos os alunos da 3ª Série do Ensino Médio devem finalizar a primeira Avaliação Preditiva no Geekie LAB (Simulado ENEM) até 14 de agosto de 2015. 
Desta forma,  todos os alunos poderão contar com o período de férias para estudar na plataforma e finalizar o primeiro Simulado ENEM dentro do prazo. 
Contamos com a colaboração dos Professores e Equipes gestoras das escolas para o sucesso do Projeto Geekie+, incentivando o estudo na plataforma Geekie LAB dentro e fora do ambiente escolar até novembro de 2015.

REMOÇÃO DE PEB II


REPOSIÇÃO DE AULAS DA GREVE

DOE de 17-06-2015 Seção I Instrução Conjunta CGRH/CGEB, de 16-6-2015 

Procedimentos referentes à reposição de dias letivos e/ou aulas relativa ao período de 13 de março a 12-06-2015 As Coordenadorias de Gestão de Recursos Humanos – CGRH e de Gestão da Educação Básica – CGEB, visando a orientar as autoridades educacionais, professores, pais e comunidades escolares sobre a reposição de aulas relativa ao período de 13 de março a 12-06-2015, baixam as seguintes instruções: 

I – Cada unidade escolar deverá dimensionar as ausências dos docentes em número de dias e/ou aulas não ministradas no referido período e elaborar Plano de Reposição que deverá ser aprovado pelo Conselho de Escola. 

II – As unidades escolares deverão notificar os alunos e os pais sobre a reposição de dias letivos e/ou de aulas utilizando todos os meios possíveis, inclusive os colegiados da escola, bem como afixar, em local visível, as datas e os horários estabelecidos nos respectivos Planos de Reposição.

 III – Na elaboração do Plano de Reposição as unidades escolares deverão indicar as habilidades e os conteúdos relativos aos bimestres que deverão ser assegurados aos alunos. 

IV – O Supervisor de Ensino deverá analisar o referido Plano de Reposição frente ao registro de aulas das disciplinas constantes da respectiva Matriz Curricular, não ministradas durante o citado período e emitir o seu Parecer. 

V – Ao Dirigente Regional de Ensino caberá, com base no Parecer do Supervisor de Ensino: 
a) analisar e homologar os Planos de Reposição encaminhados pelas respectivas unidades escolares; b) avaliar a pertinência e viabilidade do Plano;
 c) acompanhar o desenvolvimento das atividades propostas; 
d) elaborar relatórios bimestrais das aulas repostas, por unidade escolar, apontando conteúdos/habilidades desenvolvidas, e saldo de aulas a repor; 
e) encaminhar os relatórios à CGEB/CGRH/ SAREG quando solicitados. 

VI – Para fins de reposição, inclusive em caso de cursos semestrais, poderão ser utilizados o contraturno, as semanas de recesso do mês de julho e os dias que a unidade escolar não tiver previsto atividades regulares em seu calendário homologado de 2015. 

VII – Constatada a impossibilidade de realizar a reposição, a escola deverá programar essas atividades para as férias de julho ou o recesso de dezembro, e, como última alternativa aos sábados, obedecida essa ordem de precedência. 

VIII – O docente, que tenha se ausentado ao longo do período em questão, não está obrigado a efetuar a respectiva reposição, mas se a pretender, deverá comunicar, formalmente, junto ao(s) Diretor da(s) respectiva(s) unidade(s) escolar(es), sua disponibilidade em repor os dias e/ou aulas não ministradas, pelas quais terá assegurada a compensação financeira. 

IX – O docente a que se refere o inciso anterior, cujas aulas tiverem sido ministradas, ao longo do citado período, por professor eventual, poderá vir a ter a compensação financeira das faltas descontadas, caso venha a ministrar aulas previstas pelo Plano de Reposição em eventuais impedimentos de outro docente. 

X – Caberá à Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos, orientar as Diretorias de Ensino, com relação:
 a) aos procedimentos a serem adotados para fins de pagamento das reposições efetuadas;
 b) à extinção, no encerramento do ano letivo de 2015, das possibilidades de compensação financeira previstas nos termos da presente instrução.

 XI – Esta Instrução entra em vigor, a partir da data de sua publicação.

Modelo de Plano de Ação







PLANO DE AÇÃO PARA EDUCAÇÃO INTEGRAL DO ALUNO


Projeto Político Pedagógico


Gestão dos espaços



Laboratório de Informática


FUNÇÃO DO DIRETOR DE ESCOLA


PLASTICIDADE CEREBRAL


Dengue, Chikungunya E Zika: Você Sabe a Diferença?






DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE



LEITURA VAI, ESCRITA VEM


ENEM 2015





Distúrbio do Processamento Auditivo Central











EJA - 2º SEMESTRE/2015




ORIENTAÇÕES PARA O RELACIONAMENTO COM PESSOAS CEGAS.

Os itens que reproduzimos a seguir, sobre o título, "Orientações no relacionamento com pessoas cegas", constituem-se uma espécie de código de procedimentos no qual a relação com as pessoas com deficiência visual, incorpora uma orientação a ser seguida.

Orientações a seguir:
 1. Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão sempre interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e falar. 
2. Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha. 
3. Não generalize aspectos positivos ou negativos de uma pessoa cega que você conheça, estendendo-os a outros cegos; não se esqueça de que a natureza dotou a todos os seres de diferenças individuais mais ou menos acentuadas e que os preconceitos se originam na generalização de qualidades, positivas ou negativas, consideradas por cada um.
 4. Não se dirija a uma pessoa cega chamando-a de "cego" ou "ceguinho"; é falta elementar de educação, podendo mesmo expressar um sentimento falso e piegas, ou constituir ofensa, chamar alguém pela palavra designativa de sua característica sensorial, física ou intelectual. 
5. Não fale com a pessoa cega como se fosse surda; o fato de não ver não significa que não ouça bem. 6. Não manifeste pena nem exagerada solidariedade pela pessoa cega, ela deve ser compreendida e aceita com igualdade. 
7. Não se refira à cegueira como desgraça; ela pode ser assim encarada logo após a perda da visão, mas a orientação adequada consegue reduzir seus efeitos; depende de sua determinação, do apoio familiar e da comunidade onde vive; NÃO CONFUNDIR DOENÇA COM DEFICIÊNCIA. 
8. Não exclame "maravilhoso"... "extraordinário"... ao ver a pessoa cega consultar o relógio, digitar o telefone ou assinar o nome; ela aprende e passa a executar isso com naturalidade, da mesma forma que você executa.
 9. Não fale de "sexto sentido" nem de "compensação da natureza", em se tratando de deficiência; isso perpetua conceitos errôneos; o que há na pessoa cega é fruto do aprendizado continuado, ou simples desenvolvimento de recursos mentais latentes em todas as pessoas. 
10. Não modifique a linguagem para evitar a palavra ver e substituí-la por ouvir; conversando sobre a cegueira com quem não vê, use a palavra cego sem rodeios.
 11. Não segure a pessoa cega com rigidez ao ajudá-la a atravessar a rua, tomar condução, ou caminhar com ela. 
12. Não acompanhe a pessoa cega em diagonal ao atravessar um cruzamento; isso pode fazê-la frequentemente perder a orientação. 
13. Não deixe de oferecer ajuda à pessoa cega que esteja querendo atravessar a rua ou tomar condução; ainda que seu oferecimento seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo de que a maioria lhe agradecerá o gesto; 
14. Não pegue a pessoa cega pelos braços rodando com ela para pô-la na posição de sentar-se, empurrando-a depois para a cadeira; basta pôr-lhe a mão no espaldar ou no braço da cadeira, que isso lhe indicará sua posição 
15. Não deixe portas e janelas entreabertas onde haja alguma pessoa cega; conserve-as sempre fechadas ou bem encostadas à parede, quando abertas; as portas e janelas meio abertas constituem obstáculos perigosos. 
16. Não deixe objetos no caminho por onde as pessoas costumam passar. 
17. Não acompanhe a pessoa cega empurrando-a ou puxando-a com rigidez; basta deixá-la segurar seu braço, que o movimento de seu corpo lhe dará a orientação de que precisa; 
18. Não se dirija a outra pessoa, quando quiser falar com a pessoa cega, admitindo assim que ela não tenha condição de compreendê-lo e de expressar-se; ela responde por si própria. 
19. Quando encontrar a pessoa cega que já estiver acompanhada, não a pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos; deixe-a ser orientada só por quem a estiver acompanhando inicialmente.
 20. Não diga apenas "à direita", "à esquerda", ao procurar orientar uma pessoa cega à distância; muitos se enganam ao tomarem como referência a própria posição e não a da pessoa cega que caminha em sentido contrário ao seu. 
21. Não deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoas cegas; isso auxilia a sua identificação. 
22. Não saia de repente quando estiver conversando com uma pessoa cega, principalmente se houver algo que a impeça de perceber seu afastamento; ela pode dirigir-lhe a palavra e ver-se na situação desagradável de falar sozinha. 
23. Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la ou ao despedir-se dela; o aperto de mão é uma forma de comunicação e representa um ato de cordialidade 
24. Não perca seu tempo nem o da pessoa cega, perguntando-lhe: "Sabe quem sou eu?"... "Veja se adivinha quem sou"... Identifique-se imediatamente. 
25. Não deixe de apresentar o seu visitante cego a todas as pessoas presentes em um determinado ambiente; assim procedendo, você facilitará a possível integração dele ao grupo. 
26. Não se comunique por gestos e mímica, em um ambiente onde haja pessoas cegas, já que esta atitude caracteriza um ato de exclusão. 
27. Não fotografe ou filme uma pessoa cega sem que ela saiba. 
28. Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que lhe é desconhecido; oriente-a de modo que possa locomover-se com maior autonomia.
 29. Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto a qualquer incorreção no seu vestuário. 
30. Durante as refeições, informe a pessoa cega com relação à posição dos alimentos colocados em seu prato, bem como à posição dos talheres e copos na mesa, evitando assim qualquer incidente. 
31. Não suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar ou o lugar aonde queira ir, contando os passos; estes não podem servir de referência, já que cada pessoa tem uma dimensão de passo, em função do comprimento de seus membros inferiores; 
32. O pedestre cego costuma ser muito observador; ele desenvolve meios e modos de saber onde está; ao sair de casa ele faz o que todos deveriam fazer: informa-se sobre o caminho a seguir para chegar a seu destino; na primeira vez poderá errar um pouco, mas depois raramente se enganará; saliências, depressões, ruídos e odores característicos, servirão para sua melhor orientação. 
33. Não tenha constrangimento ou desconfiança em receber ajuda, aceitar colaboração por parte de alguma pessoa cega; tenha sempre em mente que o potencial de conhecimento, é inerente a todos. 

Documento elaborado pela equipe de acessibilidade do Instituto Benjamin Constant, em junho de 2013, tendo como base, documento elaborado por Robert Atkison, Diretor do Braille Institute of America - California.